quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Conver.setas - um

- Então, diga-me, como anda a sua alimentação?
- Mal...
- Mal?
- Sim, não sou boa de comer.
- !?
- Desculpe, quero eu dizer que sou má de boca.
- ?
- ...


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

conver.setas - onze

Mas como? Tu não viste o mesmo que eu?
Vi estrelinha, vi... mas...
Então como não decifras tal como eu?
Não sei estrelinha, não sei... mas...
Mas? mas que mas manel?
Mas estrelinha, eu sou...
Tanso, manel, tanso! E enfia-me a estrelinha no... no bolso manel, no bolso!

Maria da Estrela, segue corredor. Nova estrela brilha, agora, ao fundo do túnel.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

(pequenos textos um dia escritos, guardados, quase perdidos ) - Conver.setas -


Conver.setas - três


trabalhas em que área?
sou professora.
de?
de química.
hummm um professora... tive umas paixões platónicas por uma ou duas professoras.
e agora queres ter por mais uma. quem sabe encanto-te com arte!
não era química?
é!
era um prazer, deixar-me ser encantado por ti.
que te encantes... que te encantes...
diz-me, como te chamas?
...

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

lubrificação



a fotografia artística chateia-me quando não transmite qualquer tipo de emoção. No caso,  a encenação está desfocada estando fisicamente focada. Ausência de líquido em toda a cena, falta líquido na garrafa, no copo, na goela da moça e em mim.
tudo demasiado seco.
não percebo nada de fotografia! 

sim, as cores, as cores... as cores estão bonitas...
oh, estou de birra!

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

Parangolé


A imaginação não tem limites, pode levar-nos à doença, à extrema loucura. Todo o cuidado é pouco companheiros. A imaginação transforma sem dó um sarafano num imponente  elefante.

quarta-feira, 28 de outubro de 2015

sem título

Fascinas-me, sempre me fascinaste e voltar a dialogar contigo, como fazíamos antigamente, é incontornável.