quinta-feira, 16 de abril de 2015

“A BabyGrow Suicida depois de apelar às armas com o seu exército, até já consegue descortinar a minha marcha in-ofensiva, apesar de ser complicado decifrar aquela escrita de pseudo-culta-engraçada-sexy-bitch com frases sem edição apesar da trombose que claramente teve enquanto as redigia." - Sophia



Sophia, há quem refira que “mau” é dar-te importância, sendo que, quem a dá de alguma forma oferenda-te interesse, quase equivalente a dar-te valor. Eu valorizo-te!
És um ser humano, terás tu dois olhos, as tais janelas do teu mundo, dois braços, um coração frágil e também romântico, uma figadeira simpática, quanto ao número de pernas fico em dúvidas  de quantas terás. Este é o meu lado vulgar, um pouco gingão em formato Alto Pina, em nada complicado de se decifrar. No fundo gostava de te saber homem a juntar-te ao meu exército. (As miúdas da blogosfera não se chegam à frente).
Poderia dizer que o teu mal é falta de aguarrás para te lavares por baixo (é uma expressão engraçada), numa de azedume, aí era mesmo coisa de mão na anca e pé de chinelo, pouco sexy, mas muito bitch e eu não reúno condições para tal, nem ao fim de muito grânulo medicamentoso engolido!
Li e reli, como é obvio, não é fácil a tua expressão escrita, com tantas curvas e azinhagas, mas interpretei em especial esperança. Acreditei que na realidade virtual gostas de mim, ainda que não te relaciones com gentes que convivem a bem com o pouco saber. Digo isto, porque não me mimas em especial, com visitas ou mail´s. Sinto inveja do Eros.
Mas quero que saibas que mora em mim pretensões a saber mais, a cultivar-me.

Tentando atingir as tuas saborosas palavras, que tive de pedinchar, diga-se em virtude de me por a jeito, ficam-me dúvidas, novamente citando, que pode acontecer nunca chegar ao teu perceptível estado intelectual. Mas, gosto de aprender com humildade.
De forma que, anseio por esclarecimento à tal questão da trombose. É-me difícil atingir, no entanto quer cá me parecer que é coisa pouco saudável.

Será um alerta para eu ter cuidado com as gorduras? Sim, o meu colesterol não é dos melhores... estarás tu numa de indireta/direta em grito de alerta a precaver a blogosfera da minha possível condição de Orca com olhos?! Fico triste, fico triste... as Orcas são sexy`s! 

Agora vou almoçar, que isto até me deu fome.

Olha e "frases sem edição"? ahhhh sem nexo, ttssst pois...

quarta-feira, 15 de abril de 2015

O que nunca dizes a ninguém

porque estou de boca cheia?


ah não...



se não digo a ninguém, convém manter.

quanto às respostas, acho que me fico por aqui, sou fraquinha! 

um aperto de mão ao EuSouAssim porque (ainda), não somos íntimos.

sexta-feira, 10 de abril de 2015

Um livro inesquecível

inesquecível enquanto livro/bizarra história "A Pomba", de Patrick Suskind. Uma parábola do medo, da insegurança e do vazio.


Selo ou não sê-lo eis a questão...

Não sê-lo-ei dentro das regras,
convivo bem com as minhas.

Agradeço ao bloguer "EuSouAssim", irei responder às questões porque sou uma baby socialmente correta, pois é claro!
Não nomearei ninguém, nem farei perguntas que não sou suicida ao ponto de vasculhar as vidas alheias, ainda descubro infelicidades e gastei um balúrdio no último receituário.
Assim sendo, cada questão do cativante  e interessante EuSouAssim, vai gerar um pequeno post BS.

Bem haja.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

84

bizarro, 84ª posta
84  seguidores.
Andava em busca de uma foto, para escrevinhar algo sobre este grande acontecimento e deparo-me com a foto seguinte e lá me vem mais umas frases lamechas.
Ando a ficar muito romântica, será carências? Pois claro que é! não me ligam nenhuma! Caraças...

Talvez sejas assim, despido do que vão pensar.
que vagueies sem compromisso, no meu imaginar.
acompanhes o meu passo, o meu gostar.
Talvez que sim,
talvez.

( a verdade é que mudei o receituário)


segunda-feira, 6 de abril de 2015

"É precioso, é mais do que eu preciso bem sei. Ainda me baralho nas vontades...
Preciso de humanos justos, honestos, sinceros e que não falem só gozando de um silêncio obscuro. Preciso de humanos inteligentes, humanos bonitos de se ver nos momentos inesperados da vida. Preciso da partilha primordial da amizade que se funda em largas e deliciosas conversas que animem o ambiente do meu cérebro com humor estonteante. Preciso de risos, que me encham de carinhos e mimos, verdadeiros apetites afáveis que me elevem aos céus como uma pluma suave, macia e celestial. Quero tudo isto do novo, do moderno sentido actual de se viver entre humanos.
Só preciso de tudo o que os demais precisam!"



Hoje, ao reler por mero acaso este artigo que escrevi noutro tempo, no tempo em que vagueavas entre os homens vivos, dei-me conta da saudade, a que me provoca a tua ausência. Lembrei-me de ti e não quis fazer ainda as contas aos poucos dias que já nos deixaste. Saudades de ti meu querido e gigante amigo, confessor e cúmplice, eras quem tinha sempre as mais bonitas respostas à minha inconstância. Um beijo de testa dos teus, meu sempre Cadete.