sexta-feira, 10 de abril de 2015

Um livro inesquecível

inesquecível enquanto livro/bizarra história "A Pomba", de Patrick Suskind. Uma parábola do medo, da insegurança e do vazio.


Selo ou não sê-lo eis a questão...

Não sê-lo-ei dentro das regras,
convivo bem com as minhas.

Agradeço ao bloguer "EuSouAssim", irei responder às questões porque sou uma baby socialmente correta, pois é claro!
Não nomearei ninguém, nem farei perguntas que não sou suicida ao ponto de vasculhar as vidas alheias, ainda descubro infelicidades e gastei um balúrdio no último receituário.
Assim sendo, cada questão do cativante  e interessante EuSouAssim, vai gerar um pequeno post BS.

Bem haja.

quinta-feira, 9 de abril de 2015

terça-feira, 7 de abril de 2015

84

bizarro, 84ª posta
84  seguidores.
Andava em busca de uma foto, para escrevinhar algo sobre este grande acontecimento e deparo-me com a foto seguinte e lá me vem mais umas frases lamechas.
Ando a ficar muito romântica, será carências? Pois claro que é! não me ligam nenhuma! Caraças...

Talvez sejas assim, despido do que vão pensar.
que vagueies sem compromisso, no meu imaginar.
acompanhes o meu passo, o meu gostar.
Talvez que sim,
talvez.

( a verdade é que mudei o receituário)


segunda-feira, 6 de abril de 2015

"É precioso, é mais do que eu preciso bem sei. Ainda me baralho nas vontades...
Preciso de humanos justos, honestos, sinceros e que não falem só gozando de um silêncio obscuro. Preciso de humanos inteligentes, humanos bonitos de se ver nos momentos inesperados da vida. Preciso da partilha primordial da amizade que se funda em largas e deliciosas conversas que animem o ambiente do meu cérebro com humor estonteante. Preciso de risos, que me encham de carinhos e mimos, verdadeiros apetites afáveis que me elevem aos céus como uma pluma suave, macia e celestial. Quero tudo isto do novo, do moderno sentido actual de se viver entre humanos.
Só preciso de tudo o que os demais precisam!"



Hoje, ao reler por mero acaso este artigo que escrevi noutro tempo, no tempo em que vagueavas entre os homens vivos, dei-me conta da saudade, a que me provoca a tua ausência. Lembrei-me de ti e não quis fazer ainda as contas aos poucos dias que já nos deixaste. Saudades de ti meu querido e gigante amigo, confessor e cúmplice, eras quem tinha sempre as mais bonitas respostas à minha inconstância. Um beijo de testa dos teus, meu sempre Cadete.

Sempre notável, Erykah Badu

domingo, 5 de abril de 2015

quinta-feira, 2 de abril de 2015

"É estranho sentir saudade de algo o qual eu mal vivi ou evitava viver"

dispo a saudade todas as noites e 
durmo com o sonho real
acordo sem saber se de um hoje se trata
ou se de um ontem foi
estranho este sentir.